Educação foi prioridade no desenvolvimento coreano

Educação foi prioridade no desenvolvimento coreano

Carol Kossling

“Professores devem ser bem remunerados e não podem trabalhar só por amor” A afirmação é do presidente da Associação Brasil Coreia e doutor em relações internacionais e estudos coreanos, Soleiman Dias, durante a palestra “Educação e desenvolvimento: como deu certo na Coreia do Sul” proferida ontem na Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec).

O cearense, que mora há 15 anos na Coreia do Sul, veio divulgar o modelo adotado pela País para a educação e o desenvolvimento. Para ele alguns itens são primordiais para que o modelo de educação eficaz dê certo.

Entre eles: bom planejamento educacional; atenção à educação de base, educação superior e à pesquisa; boa remuneração ao profissional da educação; forte participação da família na educação e escolas de alta qualidade.

Soleiman mostrou os desafios que a Coreia enfrentou no pós-guerra e a ocupação japonesa e como o País conseguiu sair de um PIB de U$100 em 1960 para U$ 30 mil em 2010. “A educação faz parte do ciclo que ergueu o país.

Após a palestra houve debate com a participação do secretário da Ciência e Tecnologia, Inácio Arruda; o presidente do Centro Industrial do Ceará (CIC), José Dias de Vasconcelos; o gerente geral de relações institucionais da Companhia Siderúrgica do Pecém, Ricardo Parente e o diretor da Faculdade Integrada da Grande Fortaleza (FGF), José Liberato Barroso. A promoção foi do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico no Estado do Ceará (Simec).

Fonte: O Povo